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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

gato

Um gato é, também, quando, tendo um circuito elétrico sido interrompido pegamos um pedaço de material condutivo e refazemos tal circuito religando as partes antes separadas. Normalmente "pulamos" o ponto de ruptura, daí o nome mais chique: jump. Aquele ponto é, na pior das vezes, um fusível que cumpriu o seu papel de proteger algo de uma sobrecarga de energia.
Pois bem. Existe o gato espiritual.
A prática buddhista é dividida em três campos: o comportamento disciplinado pelos treinamentos éticos (sila), o cultivo da tranquilização mental (samadhi) e o cultivo da percepção adequada da natureza dos fenômenos (pañña).
Nós, muitas vezes, pulamos sila.
Sila que tem a função de, justamente, proteger a integridade de nossa prática espiritual.
As coisas funcionam com o gato. Mas o risco de prejuízos é grande. Perde-se até a vida devido a gatos! E o mesmo pode ocorrer com relação ao gato espiritual. Dependendo da forma como entendermos vida.
Sila nos protege das sobrecargas de energia que vem dos hábitos, mentais e físicos, que confrontam o Dhamma e estão profundamente arraigados na nossa mente. O consumo de fusíveis espirituais é imenso para a maioria de nós! Mas é bem melhor substituí-los que fazer o gato (ou mesmo o mais cool, jump!). Sila protege nossa integridade mental, nossos pequenos insights, a pouca (ou não pouca) paz que conseguimos, de serem incendiados por picos de negatividade.
Por isso, não despreze sila! Mantenhamos sempre cheias as nossas caixas de fusíveis espirituais!
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